O ponto de partida
A Isa Energia é uma operação com mais de 1.500 colaboradores em ativos críticos de transmissão, em um setor altamente regulado.
Cada saída não planejada em cargos críticos carregava um custo recorrente expressivo: recrutamento, parceiros de seleção, processo de contratação, treinamento, onboarding e o tempo de adaptação até a plena produtividade. Somado ao longo de um ano, esse custo deixava de ser ruído e passava a ser pauta de eficiência.
O desafio não era apenas prever quem sairia. Era explicar por quê, com granularidade suficiente para que o BP de RH conseguisse agir.
A abordagem
Construímos um modelo combinando dados históricos de RH, indicadores de performance, sinais de engajamento e variáveis de contexto operacional.
A explainability é fundamental para que cada score venha acompanhado dos fatores que mais pesaram naquele caso — o que torna a conversa do BP com o gestor objetiva.
Turnover como pauta de negócio
Turnover de cargos críticos deixou de ser indicador interno de RH e passou a ser tema discutido junto à operação e à liderança. Não apenas pelo impacto na continuidade das equipes em ativos de transmissão, mas pelo custo anual associado a cada substituição — recrutamento, parceiros de seleção, contratação, treinamento, onboarding e curva de adaptação.
Com a previsão antecipada e a explicabilidade por colaborador, o RH passou a se posicionar como parceiro de continuidade operacional e de eficiência financeira, e não como área de suporte. É essa leitura moderna de RH — excelente em sua área de domínio e ativa na estratégia do negócio — que a ISA Energia consolidou.
Operação contínua
O modelo roda mensalmente em pipeline gerenciado, com monitoramento de drift e ciclo de retreino. O time de dados não atua como projeto — atua como operação.




